quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

{ Quase dois meses de muito amor }

O nascimento de um filho é sempre um acontecimento marcante na vida de uma mãe/pai. Para a mãe (perspectiva na qual eu me enquadro e por isso posso melhor falar) pode ser um misto de memórias dolorosas, minutos de extremo deleite, momentos difíceis e que podem deixar uma marca permanente no nosso corpo. Eu enquadro-me nessa fracção de mulher para quem o parto não são só momentos felizes. Mas nem por isso o baniria da minha vida!
Chorar de felicidade e dor em simultâneo é algo que nunca se esquece, muito menos quando o nosso coração se aperta de gratidão pelo presente que Deus nos enviou e por medo dos males que o nosso filho poderá ter que enfrentar ou sofrer.

Efectivamente, não há amor como o de mãe (e pai, porque não?)!


segunda-feira, 24 de outubro de 2016

{ A Doce Espera }

Como a espera pode ser doce, é algo sobre a qual nunca me coloquei a pensar.

Por achar que esperar é desesperar, nunca uma ideia contrária a esta assomou a minha mente.

No entanto, a espera de um bebé é efectivamente doce...talvez porque não temos outro remédio senão esperar que a Mãe Natureza faça o seu trabalho. Bem feitinho de preferência, que quem espera sempre quer alcançar! O intricado e complexo trabalho biológico de formar um novo ser, enquanto nos preparamos mentalmente para o receber, representam momentos únicos na nossa vida. E nada mais voltará a ser como era.

Nestes últimos dias de espera, da tal doce espera, imagino-te cada vez mais.
E luto contra a imensa vontade de te conhecer, de te amar e ver crescer...e ao mesmo tempo manter-te aqui, dentro de mim. Sempre tão meu, tão mais protegido!

A vida é uma aventura, e a tua está quase a começar...é só mais um bocadinho. Só mais um pouco de uma Doce Espera.


quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

{ Queijo fresco numa tarde chuvosa }

Com a desculpa que os dias deste novo ano tem sido muito chuvosos e com 5L de leite de vaca cru no frigorífico (vantagens de se morar numa aldeia) lembrei-me de experimentar fazer queijo fresco. Se ficasse bom, estava a ponderar fazer mais frequentemente na Primavera e no Verão, altura do ano em que os hóspedes abundam e acho que iriam de gostar ter este "mimo" ao pequeno-almoço.

Lancei-me então na senda da pesquisa, na compra do coalho líquido e na arte de inventar recipientes para os queijinhos.

A receita mágica é esta:

- 1 L de leite de vaca inteiro, a 35ºC-38ºC
- 20 gotas de coalho (pode variar segundo a marca)
- sal a gosto

Depois de aquecer o leite com o sal, deitei as gotas de coalho líquido, mexendo sempre muito bem. Deixei repousar sem mexer e até arrefecer.
Quando coagulou, com a ponta de uma faca, tracei várias rectas perpendiculares de forma a ajudar o soro a separar-se do leite coalhado, ou coalhada.




Transferi para um passador, peneira fina ou coador e deixei escorrer um pouco mais o soro. Coloquei pequenas porções de coalhada nos cinchos, ou no meu caso, nos meus copos perfurados e presionaei um pouco, deixando ficar a ganhar forma e a perder um pouco mais de soro.

E estão prontos! Este foi o mais pequeno e foi logo comido com a nossa compota de abóbora e noz, como se fosse requeijão. Os outros foram para o frigorífico...o resto da família precisa de fazer o controlo de qualidade!






domingo, 3 de janeiro de 2016

{ Decorações de Natal }

Agora que o ano começou e se quer novos inicios, está na hora de começar a mentalizar-me para retirar as decorações de Natal.
Mas custa retirar este encanto à casa e guardar tudo dentro de caixas até daqui a 11 meses. Mas esses, sempre os posso ir vendo, revisitando e matando as saudades.
Já as decorações com elementos naturais são irrepetíveis e por isso mesmo únicas...e tão belas na sua simplicidade.



 





sábado, 26 de setembro de 2015